terça-feira, 19 de maio de 2009

ok gostei muito das mensagens pessoal.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Helicóptero de ataque e resgate

Os helicópteros têm utilizações militares e civis, como transporte de tropas, apoio de infantaria, transporte de empresários, transportes de bens, etc. O helicóptero Apache é um desenvolvimento revolucionário na história da guerra. Ele é essencialmente um tanque voador. É projetado para resistir a ataques pesados e para atingir o inimigo causando fortes danos. Ele consegue mirar em alvos específicos, de dia ou de noite, mesmo em condições atmosféricas críticas. Neste artigo, conheceremos os sistemas de vôo do Apache, assim como os sistemas de armamentos, de sensores e de blindagem. Individualmente, esses componentes já são peças notáveis em matéria de tecnologia. Combinadas, formam uma máquina voadora inacreditável - o mais letal helicóptero criado até hoje. Basicamente, um Apache funciona da mesma maneira que qualquer outrohelicóptero: ele tem dois rotores que giram várias pás. Uma pá é um aerofólio inclinado, como se fosse uma asa de avião. À medida que acelera pelo ar, cada lâmina gera uma sustentação (consulte Como funcionam os aviões para descobrir como é gerada a sustentação). O rotor principal, preso à parte superior do helicóptero, gira quatro pás de 6 m. O piloto manobra o helicóptero ajustando o mecanismo da placa oscilante, que modifica o passo de cada pá para aumentar a sustentação. Ajustando o passo igualmente para todas as pás, eleva ou baixa o helicóptero. Alterando o passo à medida que as lâminas percorrem seu caminho ao redor do ciclo de rotação, é criada uma sustentação desigual, fazendo com que o helicóptero se incline e voe em uma determinada direção (consulte Como funcionam os helicópteros para uma explicação detalhada).Quando o rotor principal gira, ele exerce uma força de rotação sobre o helicóptero como um todo. As pás do rotor traseiro trabalham contra essa força, pois empurram a cauda na direção oposta. Alterando a inclinação das pás traseiras, o piloto pode girar o helicóptero em qualquer direção ou mantê-lo numa determinada. O Apache tem dois rotores na cauda, cada um com duas pás. O novo Apache usa dois motores turboárvore General Electric T700-GE-701C (em inglês), de aproximadamente 1.700 cv de potência cada um. Cada motor gira uma árvore que é conectada a uma caixa de transmissãosimples. A caixa de câmbio muda o ângulo de rotação em aproximadamente 90 graus e passa a potência para a transmissão. A transmissão transmite a potência para o conjunto do rotor principal e para uma árvore longa que vai até o rotor na cauda. O rotor é otimizado para fornecer mais agilidade do que em um helicóptero comum.

F-15 Eagle

O McDonnell Douglas F-15 Eagle é um caça táctico altamente manobrável, que pode operar sob todas as condições atmosféricas, que dota a USAF de superioridade no combate aéreo.

A superioridade do Eagle é conseguida na destreza e aceleração, alcance, armamento eaviónica. O F-15 dispõe de sistemas electrónicos e armamento para detectar, focar, perseguir e atacar aviões inimigos quer em espaço aéreo aliado ou inimigo. Os sistemas de armamento e controle de vôo foram desenhados para que uma única pessoa possa realizarcombate ar-ar com segurança e eficácia. A aceleração e agilidade do F-15 são conseguidas através de dois motores de elevada potência e reduzida carga alar, fatores vitais na capacidade de manobra, permitindo elevada velocidade ascensorial, alto teto operacional, e capacidade superlativa de manutenção de curva sustentada, características favoráveis em combate em altas e médias altitudes. O sistema aviónico multi-missão inclui um HUD (Head Up Display) que projeta ao nível dos olhos informações de vôo, navegação, aproximação além de informes sintetizados do radare IFF. Conta ainda com sistema de navegação inercial, instrumentos de vôo, comunicações em VHF e UHF, sistema de combate táctico, esistema de aterragem por instrumentos. Também comporta um sistema de combate táctico electrónico, montado internamente, e um conjunto de contramedidas electrónicas e computador central. O versátil sistema de radar de pulso Doppler permite a detecção de alvos a altitudes superiores e inferiores ao avião, sem a confusão observada pela paisagem. Consegue detectar e perseguir aviões e alvos de pequenas dimensões a grande velocidade, a distâncias além do alcance visual, e a altitudes superiores ao nível das árvores. O radar alimenta o computador central com informações sobre o alvo para uma entrega eficaz do armamento. Para lutas frente-a-frente, de curto alcance, o radar automaticamente foca o avião inimigo, sendo esta informação projectada no HUD. O sistema de guerra electrónica do F-15 dispõe de aviso contra ameaça e contramedidas automáticas contra ameaça. Devido à velocidade ascensorial e teto operacional encontrados no F-15, o avião foi batizado de "Nave de guerra das estrelas" por ter sido cogitado como plataforma secundária de armas para o programa Star Wars, (conhecido oficialmente como Strategic Defense Iniciative, durante o Governo Ronald Reagan. A versatilidade do F-15 permite-lhe também carregar uma vasta variedade de armas ar-ar. O sistema bélico automatizado permite ao piloto realizar combates aéreos com segurança e eficácia, usando o HUD, a aviónica e os controlos do armamento localizados quer na manete do motor ou do controlador de navegação. Sempre que o piloto alterne entre sistemas de armamento será automaticamente visualizado no HUD o respectivo sistema de armas e solução de tiro. O Eagle pode ser armado com combinações de quatro armas ar-ar: mísseis AIM-7F/M Sparrow, mísseis ar-ar AIM-120 AMRAAM avançados de alcance médio nos cantos inferiores da fuselagem, mísseis AIM-9L/M Sidewinder ou AIM-120 em dois suportes nas asas, e uma metralhadora interna 20 mm Gatling na asa direita.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

SUBMARINO

Submarino é uma embarcação especializada para operar submersa, tendo sido largamente usadas pela primeira vez na Primeira Guerra Mundial, sendo usado por todas as grandes marinhas atualmente. Submarinos civis e submergíveis são usados com fins científicos tanto na água doce quanto salgada para trabalhar em profundidades muitos grandes para mergulhadores humanos. Os submarinos englobam uma vasta gama de tamanho de embarcação. Desde embarcações de duas pessoas que são utilizadas para explorar a superfície marinha por poucas horas ate os submarinos russos da Classe Typhoon, os quais permanecem submersos por metade de um ano e carregam mísseis nucleares suficientes para destruir centenas de cidades. Há também submarinos especializados em resgate de submarinos e pequenos submarinos movidos por uma pessoa elaborados para competição entre as universidades. Um velho mecanismo para uso em exploração de águas profundas, salvamento, construção e recuperação é o sino mergulho. A palavra submarino era originalmente um adjetivo que significava sob o mar. Algumas firmas que faziam montagem submarina mas não parte de submarinos chamaram este trabalho de engenharia submarina. Submarino como um nome que significa parte de uma embarcação submersível originou-se como uma redução para barco submarino e os antigos livros tais como Vinte mil léguas submarinas sempre usava tais termos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

FORD Landau Galaxie

A Ford instalou-se no Brasil em 1°. de maio de 1919 para a montagem de automóveis Modelo T e caminhões TT, com peças importadas da matriz americana. O primeiro Ford fabricado no país, concluído em agosto de 1957, era um F-600 para seis toneladas, com motor V8 a gasolina e 40% de nacionalização. A picape F-100 começava a ser feita em outubro.
Foram precisos 10 anos para que a Ford passasse a produzir aqui um carro de passageiros. E, apesar da escassa motorização dos brasileiros, o modelo escolhido não era econômico e acessível, mas luxuoso e caro: o Galaxie 500, baseado no que os EUA fabricavam desde 1965. A primeira unidade era produzida em 16 de fevereiro de 1967, marcando um momento histórico para a Ford e, por extensão, para a indústria nacional.Externamente era muito semelhante ao americano, com porte avantajado (5,3 metros de comprimento, 2 m de largura, 3,02 m entre eixos), enorme balanço traseiro e o predomínio de linhas retas. Os parrudos pára-choques, as calotas, frisos, grade e o retrovisor eram cromados, seguindo a tendência da época. De cada lado da ampla grade vinham dois faróis redondos sobrepostos; as lanternas traseiras eram retangulares.O espaçoso interior acomodava com folga lateral até seis pessoas em dois bancos inteiriços, permitidos pela montagem da alavanca cromada do câmbio, manual de três marchas, na coluna de direção. O painel tinha escalas horizontais nos instrumentos e diversas luzes-piloto. Duas delas indicavam motor frio e superaquecido, em vez de um marcador de temperatura analógico; outra apontava o uso do freio de estacionamento, acionado por pedal e liberado por alavanca. Integrado ao conjunto estava um rádio ainda não-transistorizado.
O sistema de ventilação forçada promovia alguma renovação de ar e o desembaçamento do pára-brisa. Os quebra-ventos eram movimentados por pequenas manivelas e molas limitadores de posição das portas permitiam mantê-las abertas em dois ângulos: 45° e total. Tão extenso era o porta-malas que, à frente de toda a bagagem, ainda cabia o enorme estepe em posição horizontal.
O Galaxie era construído sobre um chassi de longarinas, de desenho perimetral e não tipo escada, e trazia carroceria com deformação programada na frente e na traseira, um fator de segurança. As suspensões, tradicionais, empregavam molas helicoidais bastante macias, em benefício do conforto; os freios eram a tambor nas quatro rodas. Os primeiros modelos vinham com o robusto motor V8 do F-100, de 272 pol3 de cilindrada e comando de válvulas no bloco, que desenvolvia 164 cv de potência e 33,4 m.kgf de torque.
Não era o ideal para o elevado peso do Galaxie, 1.780 kg: as acelerações eram lentas, de 0 a 100 km/h em 15 s, e a velocidade máxima ficava em 150 km/h. 
Nos anos seguintes recebia novos equipamentos que acentuavam seu conforto. Na linha 1969 passava a ser oferecido na versão LTD. O acabamento mais refinado incluía teto revestido em vinil, grade e frisos diferenciados, tapetes espessos, painel e portas com revestimentos em jacarandá da Bahia, retrovisor externo com ajuste interno, lampejador de farol alto, espelho de cortesia no pára-sol direito e apoio de braço central no banco traseiro.
Junto do LTD vinha um motor de 292 pol3, 190 cv e torque de 37 m.kgf, para melhora razoável no desempenho. O ar-condicionado tinha evaporador, comandos e difusores de ar ainda sob o painel, enquanto a direção assistida era tão leve que o volante podia ser movido com um só dedo.

A combinação do motor 292 ao câmbio manual tornava-se disponível apenas no modelo 1970 do Galaxie 500. Atingia 160 km/h reais de velocidade máxima. A mesma época marcava o lançamento do Galaxie básico, mais simples e acessível. Despojado no acabamento interno e externo, perdia a direção assistida, a ventilação forçada, o rádio e muitos cromados.
Um ano depois a Ford apontava para o caminho oposto, o do requinte, com o LTD Landau. No caso deste Ford não havia capota conversível, mas um adorno nas colunas traseiras simulava a tal dobradiça. 
Além desses e de outros adornos, o Landau trazia um vidro traseiro reduzido, para tornar o interior mais privado e aconchegante; calotas raiadas, revestimento da capota em vinil corrugado, por fora, e material aveludado, por dentro; e revestimento dos bancos em couro, opcional, ou em cetim. Havia luzes de leitura na traseira, controladas pelo motorista, e dois alto-falantes em vez de um só. O câmbio podia ser manual ou automático.
Os freios tinham servoassistência e nas demais versões eram aprimorados, mas mantendo os tambores: só em 1972 surgia a opção pelos dianteiros a disco, mais eficientes e resistentes ao uso contínuo. No ano seguinte, alterações de estilo na grade, lanternas e pára-lamas traseiros davam-lhe um ar mais atual. A versão básica era descontinuada.
A alta da gasolina que se seguiu gerou dificuldade nas vendas de carros grandes e que consumiam muito, fazendo com que só em 1976 a Ford voltasse a efetuar modificações.

Cruzadores Classe Virginia USA

A Marinha Americana iniciou um enorme programa de construção de cruzadores no início de 1942, para suplementar o programa "Marinha de Dois Oceanos" de 1940. Três tipos básicos foram trabalhados nesse programa: a classe Cleveland de cruzadores leves de escolta, a classe Baltimore de cruzadores pesados e a classe Atlanta de cruzadores antiaéreos. Os Cleveland de 10.000t foram um desenvolvimento natural dos Brooklins anteriores a guerra, sendo sacrificada a quinta torre tripla de 6 polegadas por uma bateria antiaérea mais pesada de seis canhões duplos de 5 polegadas. Eles estabeleceram o recorde da maior classe de cruzadores já encomendada. Ainda que nove deles tenham sido convertidos em Porta-Aviões leves, 30 chegaram a ser concluídos entre 1940 e o final da segunda guerra. A classe Baltimore se assemelhava aos Clevelands por terem convés corrido e duas esguias chaminés tampadas,porém, seus projetistas estavam livres do limite de 10.000t, de modo que eles se elevaram a 13.000t. Essas duas classes constituíram um progresso lógico dos cruzadores americanos que as antecederam, mas a terceira classe levou a uma ruptura radical. A classe Atlanta assemelhava-se aos cruzadores britânicos da classe Dido por serem muito menores 6000t que os cruzadores-padrão da marinha americana. Embora seu objetivo tenha sido a defesa antiaérea da esquadra, sua função acabou sendo a de destróier-líder e combater unidades da marinha japonesa durante a Segunda Guerra Mundial 
BR> . À medida que o final da Segunda Guerra se aproximava, o vasto programa americano de cruzadores foi perdendo fôlego e cedendo lugar a um programa de navios de desembarque tipo LST. Em 1944-45, 35 cruzadores de todos os tipos foram cancelados, em prol de navios LST de desembarque. O que caracterizou todas as classes de cruzadores da Marinha Americana foi sua uniformidade de equipamentos e o maciço armamento antiaéreo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Tanque Abrams


Tanque Abrams M1A1 do 64º Blindado da 3ª Div dos EUA
A história do tanque Abrams começou dentro do mesmo programa modernização que resultou no Hummer e no transporte de tropas Bradley. O primeiro exemplar da série M1 ficou pronto, em 1978 produzido pela General Dynamics. Os americanos costumam dar os nomes de ex-generais aos seus tanques como: Sherman, Patton, Sheridan e entre outros, o de Creighton W. Abrams, ex-chefe do Estado Maior e comandante do 37o Batalhão Blindado. Ao todo o exército americano recebeu 3.273 unidades do M1 e 4.796 do M1A1.
O tanque Abrams tinha a principio um canhão principal de 105 mm depois substituído por um de 120 mm, e seu armamento secundário consiste de três metralhadoras (12.7 mm antiaérea e 7.62 mm giratória na torre - Ambas possuem rotação de 180 graus e podem disparar de alto a baixo, entre -30 graus e 65 graus em relação ao horizonte; e uma de 7.62 mm coaxial) e um lançador de granadas de 40 mm. Tem também uma turbina com potência de 1,5 mil cavalos. A blindagem é formada por um sistema de várias camadas de metal, para barrar os tiros, intercaladas com 3 camadas de cerâmica, para bloquear o calor dos disparos. O casulo blindado protege os quatro passageiros, o motor, o tanque de combustível e os comandos do tanque. A blindagem especial de três camadas de cerâmica, que oferece maior proteção sem aumentar o peso do veículo. Ele resiste a impactos diretos de projéteis antitanque e é vedados contra radiação e armas químicas. Um sofisticado sistema de controle permite a esse tanque disparar em movimento, o que representa um avanço revolucionário em comparação aos tanques M60, que tinham que interromper sua marcha para abrir fogo. Graças a um moderno equipamento de visão térmica, os artilheiros podem enxergar de noite, através da poeira ou da fumaça é usar a sua mira computadorizada para engajar o inimigo.
Graças a um sistema de engrenagens acopladas à carroceria, a torre consegue girar até 180 graus, aumentando a autonomia para usar o canhão e as metralhadoras. A ligação com a carroceria é feita por meio de uma passagem onde fica o artilheiro
Em contraste com as vantagens que possui para o combate, seu tamanho e seu peso constituem sua principal desvantagem. O avião americano de maior envergadura, o C-5, só pode transportar um tanque Abrams de cada vez. Além disso, o transporte marítimo representa um deslocamento muito lento para estes equipamentos quando eles precisam ser usados em situações de emergência. Especificações: Comprimento: 9,8 metros Velocidade máxima: 68 km/h
Autonomia: 426 km Peso: 62 toneladas Preço (2003): 4,3 milhões de dólares

Tripulação: 4 homens
- O comandante é o responsável pelo andamento da missão. Sua função é transmitir ordens táticas aos outros três ocupantes.
- O artilheiro é o segundo na hierarquia do tanque. É ele quem controla o canhão principal e as metralhadoras.- O municiador mantém as armas sempre carregadas e cuida dos sistemas de comunicação.- O piloto é quem dirige o tanque. Uma das tarefas é encontrar o caminho menos acidentado.