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Cruzadores Classe Virginia USA
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A Marinha Americana iniciou um enorme programa de construção de cruzadores no início de 1942, para suplementar o programa "Marinha de Dois Oceanos" de 1940. Três tipos básicos foram trabalhados nesse programa: a classe Cleveland de cruzadores leves de escolta, a classe Baltimore de cruzadores pesados e a classe Atlanta de cruzadores antiaéreos. Os Cleveland de 10.000t foram um desenvolvimento natural dos Brooklins anteriores a guerra, sendo sacrificada a quinta torre tripla de 6 polegadas por uma bateria antiaérea mais pesada de seis canhões duplos de 5 polegadas. Eles estabeleceram o recorde da maior classe de cruzadores já encomendada. Ainda que nove deles tenham sido convertidos em Porta-Aviões leves, 30 chegaram a ser concluídos entre 1940 e o final da segunda guerra. A classe Baltimore se assemelhava aos Clevelands por terem convés corrido e duas esguias chaminés tampadas,porém, seus projetistas estavam livres do limite de 10.000t, de modo que eles se elevaram a 13.000t. Essas duas classes constituíram um progresso lógico dos cruzadores americanos que as antecederam, mas a terceira classe levou a uma ruptura radical. A classe Atlanta assemelhava-se aos cruzadores britânicos da classe Dido por serem muito menores 6000t que os cruzadores-padrão da marinha americana. Embora seu objetivo tenha sido a defesa antiaérea da esquadra, sua função acabou sendo a de destróier-líder e combater unidades da marinha japonesa durante a Segunda Guerra Mundial
BR> . À medida que o final da Segunda Guerra se aproximava, o vasto programa americano de cruzadores foi perdendo fôlego e cedendo lugar a um programa de navios de desembarque tipo LST. Em 1944-45, 35 cruzadores de todos os tipos foram cancelados, em prol de navios LST de desembarque. O que caracterizou todas as classes de cruzadores da Marinha Americana foi sua uniformidade de equipamentos e o maciço armamento antiaéreo.
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